Atenção materno-infantil em Pernambuco: fiscalização identifica falhas no pré-natal e acompanhamento de crianças.


Uma fiscalização do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) identificou problemas no acompanhamento de gestantes e crianças de até dois anos em municípios pernambucanos avaliados.

O levantamento analisou 306 Unidades de Saúde da Família (USFs) e 167 equipes de saúde em 22 municípios, considerando a organização dos serviços, a infraestrutura das unidades e os processos de trabalho das equipes.

O que mostrou a fiscalização?

Para realizar o levantamento, o TCE-PE selecionou 22 municípios a partir de indicadores de atenção materno-infantil utilizados anteriormente pelo programa Previne Brasil. Foram escolhidos os 17 municípios com pior desempenho e os cinco com melhor avaliação no período analisado.

Dos 22 municípios fiscalizados, 14 foram classificados no nível Grave e seis no nível Crítico pelo Índice de Fiscalização da Atenção Materno-Infantil (IF-AMI). Nenhum alcançou os níveis Desejável ou Satisfatório.

Uma em cada três gestantes avaliadas não realizou pelo menos seis consultas de pré-natal

Entre as 702 gestantes analisadas, 234, o equivalente a 33%, não realizaram pelo menos seis consultas de pré-natal.

A fiscalização também identificou problemas nos registros dos procedimentos realizados durante as consultas. Em 662 casos, correspondentes a 94% das gestantes avaliadas, não havia registro de pelo menos um dos procedimentos de exame físico em alguma consulta de pré-natal.

Outro ponto identificado foi a ausência de protocolos locais. Em 18 dos 22 municípios fiscalizados não existiam normas ou protocolos clínicos para atendimento de pré-natal, puerpério ou puericultura.

Acompanhamento das crianças também apresentou falhas

O levantamento analisou 884 crianças.

Em 868 casos, correspondentes a 98%, não havia registro no sistema do resultado de pelo menos um dos testes de triagem neonatal avaliados, como teste do pezinho, da orelhinha ou do olhinho.

Também foram identificadas dificuldades no acompanhamento do desenvolvimento infantil. Em 675 casos, ou 76%, não havia registro da avaliação de marcos do desenvolvimento nas consultas de puericultura realizadas até os dois anos.

Além disso, 757 crianças, equivalentes a 86% das avaliadas, não realizaram o mínimo de nove consultas de puericultura considerado na fiscalização para acompanhamento até os dois anos.

A fiscalização também verificou as condições das Unidades de Saúde da Família.

Entre as 306 unidades avaliadas:

  • 63% apresentavam mofo ou infiltrações em pelo menos um ambiente de atendimento;

  • 54% não possuíam em estoque medicamentos essenciais para pré-natal e/ou puericultura;

  • 44% apresentavam deficiências no descarte de resíduos contaminados;

  • 10% não dispunham de pelo menos uma das vacinas avaliadas.

Também foi identificado déficit de pelo menos um profissional nas equipes de saúde da família ou de saúde bucal em 36% dos municípios fiscalizados.

Por que esses dados são importantes?

Pré-natal, acompanhamento no período após o parto e puericultura fazem parte da atenção à saúde da mulher e da criança.

A fiscalização permite identificar dificuldades que vão desde a organização dos serviços e disponibilidade de profissionais até a infraestrutura das unidades, realização dos acompanhamentos e registro das informações.

Para gestantes, mães e responsáveis por crianças pequenas, os dados também reforçam a importância de manter o acompanhamento periódico na rede de saúde e buscar orientação da equipe responsável sempre que houver dúvidas sobre consultas, exames, vacinação ou desenvolvimento infantil.

Consulte os dados da fiscalização

O TCE-PE disponibilizou um painel com os resultados da fiscalização, permitindo consultar informações sobre os municípios, unidades de saúde e itens avaliados.

Fonte: Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE)

Leia o conteúdo completo: https://tcepe.tc.br/internet/index.php/noticias/505-2026/setembro/8461-painel-apresenta-resultados-de-fiscalizacao-sobre-a-atencao-materno-infantil-em-pernambuco



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Setembro Amarelo: como reconhecer sinais de sofrimento emocional e oferecer apoio?

 

O Setembro Amarelo amplia o debate sobre saúde mental e prevenção do suicídio. Além de falar sobre o tema, é importante saber identificar mudanças que podem indicar sofrimento intenso e conhecer formas adequadas de oferecer apoio.

O suicídio é um fenômeno complexo e não pode ser atribuído a uma única causa. Aspectos psicológicos, sociais, familiares, culturais e ambientais podem estar envolvidos, assim como situações de perda, violência, dificuldades financeiras, desemprego, conflitos familiares, doenças graves e isolamento social.

Quais sinais merecem atenção?

Algumas mudanças de comportamento podem indicar que uma pessoa está atravessando um período de sofrimento e precisa de atenção.

Entre os sinais destacados estão:

  • manifestações frequentes de desesperança ou falta de perspectiva;

  • falas relacionadas à morte, ao desaparecimento ou à vontade de não existir;

  • isolamento e afastamento de familiares e amigos;

  • tristeza intensa ou mudanças importantes de humor e comportamento;

  • sentimentos de culpa, inutilidade ou de ser um peso para outras pessoas;

  • redução dos cuidados pessoais;

  • mudanças significativas no sono, alimentação ou rotina;

  • despedidas inesperadas;

  • aumento do consumo de álcool ou outras substâncias;

  • mudanças bruscas de comportamento após um período de sofrimento intenso.

A presença isolada de um desses comportamentos não significa necessariamente que exista risco de suicídio. No entanto, mudanças significativas associadas a sofrimento intenso devem ser observadas com atenção.

Como ajudar uma pessoa em sofrimento?

A primeira orientação é oferecer espaço para que a pessoa possa falar sobre o que está acontecendo, sem julgamentos, críticas ou comparações.

Também é importante evitar minimizar o sofrimento ou tentar apresentar respostas prontas para uma situação que pode ser complexa.

Quando necessário, a pessoa pode ser incentivada a procurar psicólogo, psiquiatra ou outro profissional de saúde. Familiares e pessoas próximas também podem auxiliar nesse processo, inclusive acompanhando a busca por atendimento.

O apoio não precisa terminar após uma primeira conversa. Manter contato e observar a evolução da situação também pode ser importante.

E quando existe risco imediato?

Diante de uma situação de risco imediato, a orientação é não deixar a pessoa sozinha e procurar atendimento de emergência ou um serviço de saúde.

O Centro de Valorização da Vida (CVV) disponibiliza apoio emocional gratuito e sigiloso pelo telefone 188, com atendimento 24 horas por dia.

Serviços de saúde e de emergência também devem ser procurados quando houver risco iminente.

Informação também faz parte da prevenção

Reconhecer sinais de sofrimento, saber como abordar uma pessoa e conhecer os serviços disponíveis contribui para que situações de risco não sejam ignoradas.

A prevenção do suicídio exige uma abordagem ampla, com informação adequada, escuta, acompanhamento profissional e acesso aos serviços de saúde mental.

Fonte: Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-6) – Seção de Saúde Mental e Serviço Social.

Leia o conteúdo completo em: https://www.trt6.jus.br/portal/noticias/2026/09/08/setembro-amarelo-2026-temluznofinaldotunel

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Solidão na era digital: por que tantas mulheres se sentem sozinhas mesmo conectadas?

 


Mesmo vivendo em um mundo cada vez mais conectado, muitas mulheres relatam sentir solidão no dia a dia. Essa sensação pode impactar diretamente a saúde emocional e o bem-estar.
A discussão sobre solidão tem ganhado espaço nos últimos anos, especialmente com o avanço das redes sociais e da comunicação digital.

Segundo reflexões apresentadas pelo Instituto Cactus, a solidão não está necessariamente ligada à falta de pessoas ao redor, mas à ausência de conexões significativas.

Ou seja, é possível estar em contato constante com outras pessoas e, ainda assim, sentir-se sozinha.

Entender essa diferença muda a forma como lidamos com a solidão.

Na prática, isso significa:

  • Perceber que quantidade de contatos não é o mesmo que qualidade de conexão

  • Valorizar relações mais profundas e verdadeiras

  • Reduzir a comparação constante nas redes sociais

  • Buscar momentos de presença real com outras pessoas

  • Reconhecer e acolher os próprios sentimentos

Esse olhar ajuda a transformar a solidão em um sinal de atenção para a saúde emocional, e não apenas como algo negativo.

Se a sensação de solidão for frequente ou causar sofrimento, é importante buscar apoio:

  • Unidades Básicas de Saúde (UBS)

  • Centros de Atenção Psicossocial (CAPS)

  • Atendimento psicológico pelo SUS

  • Grupos de apoio e convivência

Também é importante fortalecer redes de apoio, como amizades, família ou espaços comunitários.

A solidão pode afetar diretamente a saúde mental, contribuindo para ansiedade, tristeza e sensação de vazio.

Falar sobre o tema ajuda a quebrar o silêncio e mostra que esse sentimento é mais comum do que parece — e que existem caminhos para lidar com ele de forma mais saudável.


Para entender melhor essa reflexão e aprofundar o tema, confira a matéria completa em: https://institutocactus.org.br/solidao-em-tempos-de-conexao-por-que-nos-sentimos-sos-e-o-que-podemos-fazer-sobre-isso/
Fonte: Instituto Cactus



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Mulheres que cuidam de todos, também precisam de cuidado.

 

Cuidar da família, dos filhos ou de pessoas doentes faz parte da rotina de muitas mulheres. Mas, no meio de tantas responsabilidades, é comum deixar a própria saúde de lado — o que pode trazer consequências importantes.

Um episódio do podcast do Drauzio Varella levanta uma reflexão essencial: quem cuida de quem cuida?

O conteúdo mostra como muitas mulheres assumem o papel de cuidadoras principais e acabam acumulando tarefas sem perceber o impacto disso na saúde mental e emocional.

Entender essa realidade ajuda a perceber sinais de alerta no dia a dia.

Na prática, isso envolve:

  • Reconhecer o cansaço constante

  • Entender que não é preciso dar conta de tudo sozinha

  • Dividir responsabilidades com outras pessoas

  • Reservar momentos para descanso e autocuidado

  • Buscar ajuda quando necessário

Essas atitudes ajudam a prevenir o esgotamento e melhoram a qualidade de vida.

Mulheres que se sentem sobrecarregadas podem buscar apoio gratuito em:

  • Unidades Básicas de Saúde (UBS)

  • Centros de Atenção Psicossocial (CAPS)

  • Atendimento psicológico pelo SUS

  • Grupos de apoio e acolhimento na comunidade

Conversar com profissionais de saúde também é um passo importante para receber orientação adequada.

Quando a sobrecarga não é reconhecida, ela pode afetar não só a saúde da mulher, mas também sua rotina, seus relacionamentos e sua qualidade de vida.

Cuidar de si mesma é essencial para continuar cuidando dos outros com saúde e equilíbrio.

Para entender melhor essa reflexão e ouvir a conversa completa sobre o tema, acesse o conteúdo original.

Fonte: Drauzio Varella
Leia o conteúdo completo em: https://drauziovarella.uol.com.br/podcasts/saude-sem-tabu/quem-cuida-de-quem-cuida/




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Doação de leite materno: banco de leite enfrenta situação crítica em Pernambuco



O leite materno é essencial para o desenvolvimento saudável dos bebês, especialmente os recém-nascidos mais frágeis. Em muitos casos, ele pode ser decisivo para a recuperação e sobrevivência.

O Banco de Leite Humano do Hospital Agamenon Magalhães, em Pernambuco, está enfrentando uma situação crítica de estoque e fez um apelo urgente por doações.

A unidade atende bebês internados, principalmente em UTIs neonatais, que dependem diretamente do leite humano para se desenvolver com segurança.

Quando os estoques estão baixos, bebês prematuros e de baixo peso podem deixar de receber um alimento essencial para sua recuperação.

O leite materno:

  • Fortalece a imunidade

  • Reduz o risco de infecções

  • Ajuda no ganho de peso

  • Contribui para o desenvolvimento saudável

Por isso, a doação é considerada um ato que pode salvar vidas.

Mulheres que estão amamentando podem se tornar doadoras de forma simples:

  1. Entrar em contato com o banco de leite

  2. Passar por uma triagem de saúde

  3. Receber orientações sobre coleta segura

  4. Armazenar o leite corretamente

  5. Aguardar a coleta (em muitos casos, feita em casa)

 Bancos de leite humano em Pernambuco

Além do Hospital Agamenon Magalhães, o estado conta com uma rede de bancos de leite vinculados ao SUS, que coletam, analisam e distribuem leite materno para recém-nascidos.

Algumas unidades incluem:

  • Hospital Agamenon Magalhães – Recife

  • IMIP (Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira) – Recife

  • Hospital das Clínicas – Recife

  • Hospital Barão de Lucena – Recife

  • Hospital Regional de Caruaru

  • Hospital Dom Malan – Petrolina

A lista completa pode ser consultada no site oficial do governo de Pernambuco:
https://portal.saude.pe.gov.br/banco-de-leite/

Podem doar:

  • Mulheres saudáveis que estejam amamentando

Doar leite materno é um gesto simples que pode salvar vidas. Um único frasco pode alimentar mais de um bebê e fazer diferença no tratamento de crianças internadas.

Além disso, a doação fortalece uma rede de cuidado essencial para a saúde pública.

Para mais informações sobre a situação e como ajudar, confira a matéria completa em: https://portal.saude.pe.gov.br/banco-de-leite-humano-do-hospital-agamenon-magalhaes-esta-com-estoque-critico-e-convoca-doacoes/

Fonte: Governo de Pernambuco



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Entenda a Síndrome da Mulher Maravilha.

 

Muitas mulheres vivem uma rotina intensa, tentando dar conta do trabalho, da casa, dos filhos e de várias outras responsabilidades ao mesmo tempo. Esse esforço constante pode parecer necessário, mas também pode trazer consequências para a saúde física e emocional.

Nos últimos tempos, tem ganhado destaque o debate sobre a chamada “síndrome da mulher maravilha”, um comportamento comum entre mulheres que sentem a necessidade de assumir múltiplas funções sem pedir ajuda.

Essa pressão, muitas vezes silenciosa, está relacionada a fatores sociais e culturais que incentivam a ideia de que a mulher precisa ser forte o tempo todo, mesmo diante do cansaço.

Entender esse padrão de comportamento é o primeiro passo para evitar o esgotamento.

Na prática, isso significa:

  • Reconhecer os próprios limites

  • Entender que não é possível dar conta de tudo sozinha

  • Dividir responsabilidades no dia a dia

  • Priorizar momentos de descanso

  • Buscar apoio emocional quando necessário

Essas mudanças ajudam a reduzir o estresse e a prevenir problemas como ansiedade, exaustão e até burnout.

Mulheres que se sentem sobrecarregadas podem buscar apoio de diferentes formas:

  • Atendimento psicológico pelo SUS

  • Unidades básicas de saúde (UBS)

  • Centros de atenção psicossocial (CAPS)

  • Conversas com profissionais de saúde ou assistência social

Também é importante procurar redes de apoio, como familiares, amigas ou grupos de acolhimento.

Cuidar da saúde mental é tão importante quanto cuidar da saúde física. Quando a sobrecarga não é reconhecida, ela pode impactar a qualidade de vida, os relacionamentos e até a saúde.

Falar sobre esse tema ajuda a quebrar a ideia de que a mulher precisa dar conta de tudo sozinha, incentivando uma rotina mais equilibrada e saudável.

Para entender melhor o conceito e os impactos desse comportamento no dia a dia das mulheres, confira a matéria completa.


Fonte: O Globo
Leia o conteúdo completo em: https://oglobo.globo.com/ela/noticia/2026/03/10/sindrome-da-mulher-maravilha-entenda-por-que-tentar-dar-conta-de-tudo-pode-levar-ao-esgotamento.ghtml



*Imagem ilustrativa | Fonte: Freepik


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Cuidar da mente também é cuidado: os desafios emocionais da mulher na vida real.

 

Cuidar da saúde mental ainda é um desafio para muitas mulheres, não por falta de vontade, mas pela sobrecarga diária que atravessa suas vidas. Entre trabalho, maternidade, casa, relacionamentos e expectativas sociais, o bem-estar emocional costuma ser deixado em segundo plano. Falar sobre isso é um passo essencial para quebrar silêncios e promover mais equilíbrio e qualidade de vida.

Desde cedo, muitas mulheres aprendem que precisam ser fortes o tempo todo. A ideia de que dão conta de tudo, sem reclamar e sem falhar, ainda é muito presente. No entanto, esse discurso ignora limites humanos e contribui para o cansaço emocional, a culpa e o adoecimento psicológico. O corpo e a mente sentem quando a pressão é constante.

A realidade é que ninguém consegue sustentar múltiplas demandas sem impacto emocional. O esforço contínuo para atender a todas as expectativas pode gerar ansiedade, irritabilidade, exaustão e sensação de insuficiência. Mesmo assim, esses sinais muitas vezes são minimizados ou encarados como algo “normal” da vida feminina, o que atrasa o cuidado e o acolhimento necessário.

Além da sobrecarga cotidiana, a saúde mental da mulher é profundamente afetada por desigualdades sociais ainda presentes. Diferenças salariais, cobranças estéticas, relacionamentos abusivos, violência psicológica ou física e a necessidade constante de provar valor deixam marcas emocionais importantes. Muitas mulheres aprendem a silenciar suas dores para seguir funcionando.

Cuidar da mente é reconhecer que sentir cansaço, medo ou tristeza não é fraqueza. É humano. O autocuidado emocional começa quando a mulher passa a respeitar seus limites, exercitar a autocompaixão e entender que não precisa corresponder a tudo o tempo todo. Atitudes simples, como reservar momentos de descanso, manter vínculos afetivos saudáveis, buscar atividades prazerosas e pedir ajuda, fazem diferença real na rotina.

Ainda assim, existem momentos em que o apoio profissional se torna indispensável. A terapia oferece um espaço seguro de escuta e fortalecimento, onde é possível compreender emoções, ressignificar experiências e construir caminhos mais saudáveis para lidar com os desafios da vida.

Quando a saúde mental da mulher não é cuidada, o impacto vai além do individual. O desgaste emocional afeta relações familiares, a maternidade, o convívio social e a autoestima. Por outro lado, quando a mulher se sente amparada emocionalmente, toda a família se beneficia. Relações se tornam mais equilibradas, o cuidado com os filhos é mais consciente e o ambiente familiar se fortalece.

Quando buscar ajuda profissional?

É importante procurar apoio psicológico quando surgem sinais como ansiedade frequente, tristeza persistente, sensação de esgotamento, alterações no sono, irritabilidade constante, culpa excessiva ou dificuldade de lidar com as demandas do dia a dia. Buscar ajuda não significa fracassar, mas escolher cuidar de si com responsabilidade e carinho.

Cuidar da saúde mental é um direito de toda mulher. Falar sobre emoções, pedir ajuda e respeitar os próprios limites são atitudes que fortalecem, não enfraquecem. Quando a mulher cuida da mente, ela constrói uma vida mais leve, consciente e alinhada com quem realmente é. Você não precisa carregar tudo sozinha.

Conteúdo inspirado no artigo publicado em:
Fonte: Psicóloga Karla Cardozo

Este conteúdo é informativo e não substitui acompanhamento psicológico ou orientação profissional individualizada.



*Imagem ilustrativa | Fonte: Freepik

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